CANCIÓN POR LA UNIDADE DE LATINO AMÉRICA. PABLO MILANÊS E CHICO BUARQUE

E quem garante que a História
É carroça abandonada
Numa beira de estrada
Ou numa estação inglória

A História é um carro alegre
Cheio de um povo contente
Que atropela indiferente
Todo aquele que a negue

É um trem riscando trilhos
Abrindo novos espaços
Acenando muitos braços
Balançando nossos filhos


quarta-feira, 15 de junho de 2011

Juventude hitlerista à brasileira

Na Alemanha, Hitler sonhava com jovens que iriam construir o novo mundo nazista. No Brasil de Vargas, crianças cantavam hinos, em boa parte das vezes sem entender seu significado político.
por Ana Maria Dietrich
Arquivo do Estado de São Paulo
Em Presidente Bernardes, cidade do interior de São Paulo, crianças da Juventude Hitlerista fazem a saudação Heil Hitler, na década de 1930
É por meio da juventude que começarei minha grande obra educacional. Nós, os velhos, estamos gastos. Não temos mais instintos selvagens. Mas minha esplêndida juventude! Nós temos uma das mais belas do mundo. Com eles, poderei construir um mundo novo! Adolf Hitler

Em diversos momentos, Adolf Hitler se voltou às crianças e jovens alemães. Ele acreditava que representariam o futuro da raça ariana, porque os adultos já estariam "velhos" e "gastos". Para cooptar os jovens a se tornarem "bons nazistas", o estadista, que permaneceu no poder na Alemanha entre 1933 e 1945, não poupou esforços. O primeiro passo foi a padronização do ensino secundário e a introdução de novas disciplinas de eugenia e ciência racial. Ao estudá-las, as crianças aprendiam, entre outras coisas, que não poderiam se miscigenar com os considerados "não arianos".

Práticas como atividades físicas - que chegaram a ocupar cinco horas do dia dos estudantes em 1938 - foram introduzidas, contrastando com o desprezo pelas atividades intelectuais e a queima de livros considerados prejudiciais ao regime. Fotos de Hitler estavam nas escolas e os professores entravam na sala cumprimentando os alunos com a saudação Heil Hitler.

Além das escolas, Hitler criou, em 1926, uma organização voltada para jovens e crianças, meninos e meninas. Funcionando como braço do partido nazista, a Hitler Jugend (Juventude Hitlerista), cujas atividades iam desde acampamentos com fogueiras e entoação de hinos até treinamento militar, chegou a ter, no seu apogeu, 8 milhões de membros. As meninas se alistavam na BDM (Bund Deutscher Mädel - Liga das Jovens Alemãs) e aprendiam seus deveres de futuras "mães e mulheres arianas" em tardes domésticas, de eventos esportivos e de patriotismo.
Bundesarchiv/Alemanha
Rapaz da juventude hitlerista da Alemanha cuida de bebês
A americana Susan Campbell Bartoletti contou a história desses pequenos soldados de Hitler no livro Juventude Hitlerista, a história dos meninos e meninas nazistas e dos que resistiram, recém-lançado no Brasil pela Relume Dumará. Segundo Campbell, essa organização foi estruturada de maneira a funcionar como um exército. Havia regimentos e uma hierarquia: o garoto que ingressasse como recruta poderia chegar a liderar um esquadrão, um batalhão e até um regimento. A disciplina era rígida e quem a desobedecesse recebia castigos, como caminhar por horas em rios gelados. Para poder vestir o uniforme marrom da Hitler-Jugend (HJ), porém, os ingressantes deveriam, em primeiro lugar, provar que eram descendentes de "arianos", que estavam saudáveis e não tinham doenças hereditárias. As crianças judias foram impedidas de entrar e o mesmo acontecia quando os pais da criança não eram considerados "bons nazistas". Campbell afirmou que, "não querendo ser excluídas, as crianças imploravam para os pais entrarem no partido nazista". Os jovens que se negavam a participar tornavam-se marginais e dessa forma ficavam impedidos de entrar nas escolas e conseguir emprego.

Muitos jovens chegaram a perder a vida em nome da organização. No início do governo nazista, as brigas de rua com os comunistas eram freqüentes. Em uma delas, Herbert Norkus, jovem alemão de 15 anos participante da HJ, morreu e se tornou mártir do regime. Já durante a Segunda Guerra Mundial muitos deles foram lutar nas frentes de combate alemãs. Eram convocados como ajudantes de artilharia ou como cavadores de trincheiras. "Os meninos trabalhavam dez horas por dia, sete dias por semana. Cavavam até as mãos ficarem calejadas (...)", contou Alfons Heck, ex-integrante da Juventude, um dos entrevistados por Campbell.

Próximo do final da guerra, foi criada uma unidade especial - denominada HJ-SS, cujos participantes receberam treinamento especial para participar do conflito. Tal unidade, apelidada pelos Aliados Divisão Leite de Bebê, lutou nos campos da Normandia em 1944. Em combate, morreram 1.951 soldados, entre meninos e jovens, e 4.312 ficaram feridos.

Minha pesquisa de doutorado aborda a Juventude Hitlerista estabelecida no Brasil. Esse movimento era ligado ao partido nazista no Brasil, que por sua vez era um braço do movimento nazista internacional da Organização do Partido Nazista no Exterior conhecida pela sigla A.O., do seu nome em alemão, espécie de departamento do III Reich. Essa organização estendeu-se pelos cinco continentes, em 83 países, com cerca de 29 mil componentes. Nesses territórios, os nazistas criaram seus grupos, articularam suas bases e estruturaram suas organizações, entre elas a da Juventude. O Brasil foi o país que contou com o maior número de filiados do partido nazista fora da Alemanha - com 2.900 membros espalhados entre 17 estados brasileiros.

Entre eles, o maior grupo foi o de São Paulo, com 785 membros, seguido por Santa Catarina, com 528, e Rio de Janeiro, com 447.
Acervo A.M Dietrich
Adepto do nazismo, com os netos. Presidente Bernardes, década de 1930
Nazismo tropical
Como organização ligada diretamente a esse partido, a HJ no Brasil teve a adesão de 550 meninos e meninas alemãs e descendentes, que foram seduzidos pelo discurso do regime nazista. Apesar de ter como parâmetro o movimento alemão, o nazismo avançou no Brasil de forma diferenciada. Participantes da comunidade alemã - que somava 230 mil pessoas, entre alemães de nascimento e descendentes -, os meninos e meninas não conheceram a atmosfera de terror vivenciada por seus conterrâneos na Alemanha - definida, em um primeiro momento, pela luta contra os comunistas e, em um segundo, pela deflagração da Segunda Guerra Mundial. Nesse processo de transferência, foi como se a ideologia nazista passasse a se vestir com as cores da sociedade brasileira.

Aqui os preceitos nazistas eram passados às crianças e jovens por meio da família e, principalmente, pela educação nas escolas. Estima-se que na década de 30 existiam cerca de 1.260 escolas alemãs no país, com mais de 50 mil alunos. Todas elas contavam com subsídio do governo alemão e algumas haviam sido fundadas ainda no século XIX. Desde a ascensão de Hitler ao poder, as escolas passaram a ser vistas como importantes centros de difusão dos ideais nacional-socialistas.

Até o começo do Estado Novo (1937-1945), tais escolas funcionaram normalmente, sem preocupar o governo, já que ajudavam na educação dos jovens, desonerando as escolas públicas. Porém, a partir de 1938, com a campanha desencadeada por Vargas, que obrigou todas as instituições estrangeiras a se nacionalizar, as escolas alemãs passaram a ser vigiadas. O governo estabeleceu a nacionalização integral do ensino primário. Novas leis do período de 1938 a 1942 restringiram cada vez mais a difusão de valores de outras culturas em território nacional.

O partido nazista e as instituições ligadas a ele entraram então para a ilegalidade. Até essa época, o governo tinha feito vistas grossas à atuação do partido, dadas as boas relações comerciais entre o Brasil e a Alemanha e a simpatia do ditador brasileiro pelo regime de Hitler. Os partidários do nazismo e os alemães em geral foram perseguidos somente depois de 1942, quando da entrada do Brasil na guerra, ao lado dos Aliados. A questão estava centrada no combate à cultura germânica - elemento de erosão da nacionalidade brasileira em construção - e não ao nazismo - enquanto "ideologia exótica", como a chamava o Dops - Delegacia de Ordem Política e Social.

No caso da cidade de São Paulo, vários foram os colégios enquadrados como foco de disseminação de idéias consideradas nocivas à nação brasileira, entre elas a nazista, no final dos anos 30. Em instituições como a Deutsche Schule, mais conhecida como Escola Alemã de Vila Mariana, uma das mais vigiadas pelo Deops - Departamento Especializado de Ordem Política e Social, de São Paulo, boa parte dos educadores era ligada à Associação dos Professores Nazistas, com 100 filiados no Brasil, e alguns vinham direto do III Reich para doutrinar a juventude local.
Nessa escola não era raro os professores alemães ministrarem aulas usando o uniforme cáqui com a suástica atada ao braço. No início do dia letivo, era comum os alunos se cumprimentarem com a saudação Heil Hitler, como era usual na Alemanha. As disciplinas eram ensinadas em língua alemã e o português era apenas mais uma aula na grade curricular. A acusação mais constante por parte da polícia política era que as famílias e a escola não imbuíam as crianças de familiaridade com a cultura brasileira, mas sim incentivavam o germanismo atrelado à doutrina nazista. Grande parte dos alunos era agremiada na Juventude Hitlerista instalada no Brasil, que cantava os mesmos hinos e propunha as mesmas atividades da similar alemã.

O livreto oficial da Deutsche Schule continha fotografias de alunos e de interiores da escola, além de referências ao uso de material didático e, em especial, aos filmes sobre a Alemanha. Parte desse material era importado de lá e tinha como principal objetivo manter viva a relação dos pequenos alemães e descendentes com a cultura germânica. O livro de canções alemãs apropriadas pelo nazismo, chamado Liederbuch, dava o tom do nacionalismo alemão que se cultivava.

O mapeamento feito pelo Deops constatou que havia 14 escolas alemãs na capital e no ABC paulista. Depois da nacionalização de 1938, foram fechadas ou enquadradas na lei. A Escola Alemã de Vila Mariana passou a chamar-se Ginásio Benjamin Constant e teve seus professores alemães substituídos por brasileiros.

O que foi transmitido a essas crianças limitou-se ao aparato de sedução do regime - símbolos, canções, livros. Em grandes festas, eles desfilavam portando bandeiras com a suástica e cantando hinos nazistas, participavam de excursões e acampamentos, mas conviviam normalmente com crianças tachadas como "inferiores" pela ideologia nacional-socialista.

Do lado dos brasileiros, a raça ariana foi até motivo de zombaria. Em um samba de 1943, Carlos Cachaça cantou, fazendo referência ao nazismo: "Saibam que este céu, este mar, este lindo cenário, temos a defendê-lo os nossos expedicionários, oriundos da raça de Caxias, de Barroso. Diante desta gente tão pura e tão forte, nazista, quem és?".
Acervo A. M Dietrich
Grupo nazista da cidade de Presidente Bernardes posa em uma plantação
A Juventude Hitlerista de Presidente Bernardes, pequena cidade do noroeste do estado de São Paulo, é um exemplo da forma como essas idéias nazistas foram transferidas para o Brasil. Nos anos 30 e 40, o local era um pólo de chegada de imigrantes de toda a Europa. Muitos desses imigrantes vinham, desde o porto de Santos, em carros puxados por bois e carregados com produtos tropicais. O destino? Fazendas, sítios e chácaras. Construíam suas casas, muitas vezes de barro e sapé, e plantavam o que comer: arroz, feijão e milho. Um modo de vida muito diverso do que estavam acostumados na Europa. Entre essas famílias, encontravam-se os imigrantes alemães que aderiram ao nazismo, como a família de K.B. (os nomes são aqui mantidos em sigilo para preservar os depoentes). Em entrevista, ela contou a saga da família desde a saída da Alemanha em crise da República de Weimar (1919-1933) até o envolvimento com o nazismo.
Arquivo do Estado de São Paulo
Grupo de nazistas fardados em sítio no interior de São Paulo. As marcações à caneta feitas pela polícia política buscavam identificar os indivíduos
Álbuns de família
K. B. foi membro da Juventude Alemã de Presidente Bernardes. Seu pai, G.B., era dirigente do partido nazista em São Paulo. No acervo do Deops, encontram-se muitas fotos apreendidas de álbuns de família como a de K.B., onde se vêem grupos de nazistas em meio a palmeirais e parreiras. Porém ao ouvir essas histórias, tem-se uma nova dimensão de como foram difundidas as idéias nazistas aqui. Elementos como o anti-semitismo ou racismo corrente na Alemanha não aparecem no discurso de K.B. Ao contrário, o que há é algo mais romantizado, com colonos comemorando festividades do calendário alemão e cantando hinos usuais no III Reich."Por que não gostar de judeus? Eu não conheço nenhum. (...) Eu era criança naquela época e não tinha condições de entender nada. Eu só comecei a entender mais tarde, quando li sobre o assunto. Mas não acreditava, porque meu avô era um santo homem", afirmou K.B.

K.B. se referiu ao seu avô F.D. como "um nazista fanático que amava sua família". Costumava acordar todos os dias de manhã bem cedo e ensinava-as a fazer ginástica, a marchar e a cantar hinos nazistas. O que para K.B. era algo ingênuo e saudável na verdade fazia parte do preceito nazista de culto ao corpo. Os membros da Juventude Hitlerista na Alemanha costumavam fazer esporte todos os dias e participar de treinamentos militares.

Ao descrever esses costumes, K.B. fez questão de enfatizar o lado bondoso do avô: "Ele fazia brinquedos para a gente. Nos dias de festas alemãs, por exemplo Festa da Colheita, costumávamos cantar e marchar atrás dele. Lembro até hoje [cantando em alemão o hino de Horst Wessel]: \\'Levanta a bandeira, as fileiras bem unidas e marcha com passos calmos e firmes\\'. Só lembro de um momento em que ele ficou meio espinhento, foi quando a Inglaterra entrou na guerra...".

Este trecho da entrevista demonstrou que essas crianças repetiam meramente idéias ensinadas pelos adultos, sem ter noção do conteúdo ideológico das canções. Além dos depoimentos, as fotos são importantes testemunhos. Mostram, por exemplo, como os nazistas no Brasil se vestiam, utilizando as mesmas insígnias e simbologia que os nazistas na Alemanha.E.G., outra entrevistada de Bernandes, lembrou-se da mudança de tratamento em relação aos alemães a partir de 1942: "Enquanto nós estávamos aqui com Getúlio do lado do Eixo não teve problemas. Depois, quando Getúlio resolveu passar para o outro lado - por bons motivos - começaram a perseguir alemães, japoneses, todo mundo. Mas os partidários continuaram fazendo as mesmas coisas, vestindo uniformes, usando suásticas e ia todo mundo para o xadrez. Eles sabiam disto, então provocavam, cantando hinos nazistas a caminho da prisão". Quanto às crianças, K.B. recordou as humilhações que sofreu na escola: "Porque eu era alemã, meus colegas de classe caçoavam de mim, puxavam minhas tranças".

A triste realidade da Juventude Hitlerista não está tão distante da realidade atual do Brasil e do mundo. O conhecimento desse capítulo da história serve para refletirmos sobre os rumos que a sociedade assume nos tempos atuais e tomarmos providências enquanto há tempo.
Ana Maria Dietrich é historiadora e jornalista. Doutora em história social pela Unversidade de São Paulo, é autora do livro Caça às suásticas - O Partido Nazista em São Paulo (Imesp)

quarta-feira, 8 de junho de 2011

Ministérios do Brasil

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
O Poder Executivo no Brasil é composto atualmente por 24 ministérios, oito secretarias da presidência com status de ministério e seis órgãos com status de ministério.[1] Cada ministério é responsável por uma área específica e é liderado por um ministro. Os ministros são escolhidos pelo Presidente da República a cada mandato, que atualmente no Brasil é de 4 anos.

Execução e diretrizes

Bandeira do Ministro de Estado do Brasil.
Dentre os Ministérios e respectivas Autarquias que compõem o Governo Federal, o mais antigo é o da Justiça, criado em 3 de julho de 1822, pelo Príncipe Regente D. Pedro, com nome de Secretaria de Estado de Negócios da Justiça. Os ministros auxiliam o Presidente da República no exercício do Poder Executivo. O de Relações Exteriores, por exemplo, assessora na formulação e execução da política externa brasileira.
Os Ministérios elaboram normas, acompanham e avaliam os programas federais, formulam e implementam as políticas para os setores que representam. São encarregados, ainda, de estabelecer estratégias, diretrizes e prioridades na aplicação dos recursos públicos.
O último Ministério criado trata-se da transformação da Secretaria Especial de Aquicultura e Pesca (SEAP) em Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA), pela lei 11.958/09 de 26 de junho de 2009.

Ministérios do Brasil

A tabela a seguir mostra a relação com os ministérios, os ocupantes da pasta, o partido político e os orçamentos anuais de 2007, 2008 e 2009. As indicações ao lado dos orçamento anuais mostram se houve acréscimo () ou decréscimo () em relação ao orçamento ano anterior.
Os valores dos orçamento anuais são referentes a dotação (orçamento aprovado pelo Congresso Nacional e sancionado pelo Presidente da República acrescido ou subtraído por eventuais créditos adicionais e/ou remanejamentos) e não valores empenhados (valor compromissado ou registrado no orçamento ainda não pago) ou mesmo pagos (desembolso realizado pelo Governo).[2]
Esses são os atuais ministros, do Governo Dilma Rousseff:[3]
Ministério Sigla Atual ministro(a) Partido Orçamento
em 2007
(bilhões
de reais)[4]
Orçamento
em 2008
(bilhões
de reais)[5]
Orçamento
em 2009
(bilhões
de reais)[2]
Agricultura, Pecuária e Abastecimento MAPA Wagner Rossi PMDB 6,71 6,97 7,73
Cidades MCidades Mário Negromonte PP 9,10 7,00 9,85
Ciência e Tecnologia MCT Aloizio Mercadante PT 5,45 5,99 6,14
Comunicações MC Paulo Bernardo PT 4,90 4,95 6,28
Cultura MinC Ana de Hollanda 1,08 1,28 1,38
Defesa MD Nelson Jobim PMDB 41,71 43,12 52,11
Desenvolvimento Agrário MDA Afonso Florence PT 4,12 3,81 4,70
Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior MDIC Fernando Pimentel PT 1,40 1,38 1,61
Desenvolvimento Social e Combate à Fome MDS Tereza Campello PT 24,86 28,60 32,70
Educação MEC Fernando Haddad PT 29,48 31,73 40,68
Esporte ME Orlando Silva Junior PCdoB 1,58 1,16 1,40
Fazenda MF Guido Mantega PT 15,12 14,33 19,37
Integração Nacional MI Fernando Bezerra Coelho PSB 10,84 12,88 14,68
Justiça MJ José Eduardo Cardozo PT 7,66 8,42 9,20
Meio Ambiente MMA Izabella Teixeira 2,80 3,00 3,52
Minas e Energia MME Edison Lobão PMDB 5,49 5,93 7,21
Pesca e Aquicultura MPA Ideli Salvatti PT


Planejamento, Orçamento e Gestão MPOG Mirian Belchior PT 4,68 8,58 11,04
Previdência Social MPS Garibaldi Alves Filho PMDB 192,93 209,68 239,94
Relações Exteriores MRE Antonio Patriota 1,97 1,74 1,89
Saúde MS Alexandre Padilha PT 52,99 52,59 59,66
Trabalho e Emprego MTE Carlos Lupi PDT 36,32 38,13 42,04
Transportes MT Alfredo Nascimento PR 14,37 13,27 14,50
Turismo MTur Pedro Novais PMDB 2,10 2,68 3,03
Orçamento total dos ministérios 477,66 507,52 594,00
Orçamento da Presidência da República 4,59 5,49 7,21
Secretarias com status de ministério (ligadas à Presidência da República)
Secretaria de Assuntos Estratégicos SAE Moreira Franco PMDB


Secretaria de Comunicação Social SeCom Helena Chagas


Secretaria Especial dos Direitos Humanos SEDH Maria do Rosário PT


Secretaria Especial de Políticas de Promoção da Igualdade Racial SEPPIR Luiza Helena de Bairros PT


Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres SEPM Iriny Lopes PT


Secretaria de Portos SEP Leônidas Cristino PSB


Secretaria-Geral da Presidência SG Gilberto Carvalho PT


Secretaria de Relações Institucionais SRI Luiz Sérgio Nóbrega de Oliveira PT


Secretaria de Aviação Civil SAC Wagner Bittencourt


Órgãos com status de ministério (ligados à Presidência da República)
Advocacia-Geral da União AGU Luís Inácio Lucena Adams


Banco Central BC Alexandre Tombini


Casa Civil da Presidência da República CC Gleisi Hoffmann
(indicada, a assumir)[6]



Controladoria-Geral da União CGU Jorge Hage Sobrinho


Defensoria Pública da União DPU José Rômulo Plácido Sales


Gabinete de Segurança Institucional GSI José Elito Carvalho Siqueira

segunda-feira, 6 de junho de 2011

Uma síntese da idade média



Murilo Benevides de Oliveira
Faculdade Tecnologia e Ciências EaD


Com o declínio do Império Romano e a invasão dos povos germânicos no ocidente da Europa, a população europeia passou a dispersar-se dos centros urbanos e foram acolhidos pelos Senhores Feudais com a promessa de proteção pela troca do trabalho servo.

A mudança no modo de sobrevivência da população acarretou no enriquecimento dos grandes latifundiários, que junto com o clero determinaram o modo de vida da população, que passou a viver na extrema miséria.

Com o regresso no modo de vida, os homens chegaram a acreditar que o fim do mundo estava próximo e a única salvação seria apelar para a fé.
Abusando da persuasão e do momento sensível em que a população se comportava diante do “fim dos tempos”, a Igreja Católica aproveitou para impor seus dogmas. Muitos dos pecados foram quitados por alguns favores prestados a Igreja, no entanto, aquele que não se submetesse aos caprichos da igreja certamente iria ser condenado ao pecado eterno e provavelmente seria dizimado em nome do Senhor. 

Diante de uma época conturbada pela extrema pobreza, inquisições, doenças, guerras na luta do bem contra o mal. O período foi coberto por uma grande escuridão, segundo os pensadores humanistas, que queriam resgatar os ideais da antiguidade clássica e os reformistas protestantes, que eram contra as injustiças da Igreja Católica.

Apesar dos ideais depreciativos dos racionalistas, o período dos mil anos após a Paixão de Cristo tem sido reconstruído de forma produtiva, trazendo grandes laços étnicos, linguísticos e políticos com atualidade. Sendo assim, o preconceito criado no período que vai do racionalismo da antiguidade ao racionalismo do renascimento pode ser considerado um período produtivo e de grande importância para os dias atuais.

quinta-feira, 19 de maio de 2011

Plano de aula: A participação brasileira na Segunda Guerra Mundial

Dados da Aula

O que o aluno poderá aprender com esta aula
O posicionamento oficial do Brasil durante a Segunda Guerra Mundial,  a organização da FEB e da FAB e suas principais participações no conflito e a construção de uma memória acerca dos pracinhas brasileiros.
Duração das atividades
3 aulas de 50 minutos
Conhecimentos prévios trabalhados pelo professor com o aluno
Para essa aula não serão necessários conhecimentos prévios.
Estratégias e recursos da aula

Imagem 1: Lula e Mahmoud Ahmadinejad  

Disponível em: http://esta-acontecendo.blogspot.com/2009_09_01_archive.html Acesso em: 10/10/10.   

Imagem 2: Lula e Barack Obama

Disponível em: http://ghiraldelli.wordpress.com/2010/01/07/lula-o-filho-da-politica/ Acesso em: 10/10/10.   

O governo Lula apresentou posicionamento diplomático aberto ao diálogo com líderes ligados ao capitalismo neoliberal, como Barack Obama e outros socialistas e fundamentalistas, como Hugo Chaves, Fidel Castro e Mahmoud Ahmadinejad. Este posição flexível da diplomacia brasileira provocou críticas por parte dos EUA, especialmente com relação a aproximação do Brasil com o Irã. Recentemente, o sítio WikiLeaks divulgou relatórios secretos onde ex-embaixador do Brasil Clifford Sobel teceu severas críticas ao posicionamento brasileiro. Diante disso, o professor deverá conduzir um debate sobre o posicionamento oficial da diplomacia brasileira e organizar um discussão sobre os benefícios ou malefícios dessa atitude flexível desta postura diplomática.
Disponível em: http://oglobo.globo.com/mundo/mat/2010/12/06/wikileaks-para-eua-divisao-interna-levou-politica-externa-brasileira-desarticulada-923196860.asp Acesso em: 04/12/10.




Imagem 3: Hillary Clinton

Disponível em: http://g1.globo.com/bom-dia-brasil/noticia/2010/05/governo-dos-estados-unidos-critica-diplomacia-brasileira-com-o-ira.html Acesso em: 04/12/10.
No início de 2010, a secretaria de Estado dos Estados Unidos Hillary Clinton criticou a aproximação do Brasil com o Irã e condenou a atitude de defesa do governo brasileiro no que se refere ao enriquecimento de urânio por parte da nação islâmica.  A crítica da senhora Clinton deve ser compreendida num aspecto mais amplo, na medida que o Brasil historicamente manteve uma posição de alinhamento aos interesses estadunidenses. Durante o governo Vargas (1930-1945) o Brasil manteve-se alinhado aos EUA mesmo após 1937 com a existência de um governo ditatorial.
Texto disponível em: http://g1.globo.com/bom-dia-brasil/noticia/2010/05/governo-dos-estados-unidos-critica-diplomacia-brasileira-com-o-ira.html Acesso em: 04/12/10.

ATIVIDADE 1
Sendo assim, os alunos deverão direcionar sua atenção para o contexto da Segunda Guerra Mundial e executar a primeira atividade da aula.
Imagem 4: Getúlio Vargas e Franklin Delano Roosevelt

Disponível em: http://pt.wikipedia.org/wiki/Darci_Vargas Acesso em: 04/12/10.
A imagem acima diz respeito ao contexto da Segunda Guerra Mundial, momento em que o Brasil se alinhava ideologicamente, política e financeiramente aos EUA. Com a noção de diplomacia e relações internacionais previamente discutidas em momentos anteiores, os alunos deverão escrever suas opiniões acerca da estratégia de aproximação com os EUA no contexto da Era Vargas e comparar com a realidade do governo Lula. Os educandos deverão relatar seu posicionamento: concorda ou não com esta postura diplomática flexível dos últimos oito anos e quais as razões para concordar ou discordar.  Em forma de texto colaborativo com o auxílio do Google Docs.
Como criar textos colaborativos utilizando o Google DocsTutorial elaborado pela professor Juliana Souza Dias.
Disponível em: http://docs.google.com/Doc?id=dcdf798z_12chsmbcdf&hl=pt_BR  Acesso em: 03/09/10.   

Imagem 4: O historiador Bóris Fausto


Disponível em: http://literaturaeafinidades.blogspot.com/2010/04/duas-vezes-favela-por-boris-fausto.html  Acesso em: 03/10/10  


Episódio do programa História do Brasil por Boris Fausto, exibido pela TV Escola sobre a Era Vargas
Disponível em: http://portaldoprofessor.mec.gov.br/fichaTecnica.html?id=862 Acesso em: 10/10/10

OBS: Os vídeos poderão ser exibidos com o auxílio da TV Multimídia, também conhecida como TV Pendrive.
Informações sobre a TV Multimídia. Disponível em: http://www.diaadia.pr.gov.br/tvpendrive/modules/conteudo/conteudo.php?conteudo=32 Acesso em: 17/10/10.

ATIVIDADE 2
Após a exibição dos vídeos,  os alunos deverão se organizar em grupos de 5 ou 6 componentes para realizar uma pesquisa sobre os seguintes temas:

  1. Revolução de 1930 - antecedentes e principais características.
  2. Era Vargas (1930-1945) - as três fases e suas principais cararterísticas.
  3. Tratado de Washington - principais elementos, países envolvidos e contexto da assinatura.
  4. DIP - Departamento de Imprensa e Propaganda - como afetou a vida cultural brasileira, principalmente a questão da censura.
  5. FAB - Força Aérea Brasileira - como se organizou, símbolos, principais idealizadores e panorâma geral da participação na Segunda Guerra Mundial.
  6. FEB - Força Expedicionária Brasileira - como se organizou, símbolos, principais idealizadores e panorâma geral da participação na Segunda Guerra Mundial.

  • Passo a passo

  1. Organize as equipes através de sorteio.    
  2. Defina os temas para cada uma das equipes.    
  3. Converse com os alunos e determine coletivamente os objetivos de cada um dos temas a serem pesquisados.
  4. Se necessário, reserve o laboratório de informática para a pesquisa ou selecione algumas obras adequadas para a pesquisa na biblioteca da escola.
  5. Sugira sítios para a realização da pesquisa.

  • Sítios sugeridos para a realização da pesquisa:    

Disponível em: http://pt.wikipedia.org/wiki/Era_Vargas Acesso em: 02/12/10 .  
Disponível em: http://www.suapesquisa.com/vargas/ Acesso em: 02/12/10 .     
Disponível em: http://www.histedbr.fae.unicamp.br/navegando/periodo_era_vargas.html Acesso em: 02/12/10 .  
Disponível em: http://www.universia.com.br/cultura+/materia.jsp?materia=2361 Acesso em: 02/12/10. 
Disponível em: http://www.infoescola.com/era-vargas/getulismo/ Acesso em: 02/12/10.
Disponível em: http://www.guiatrabalhista.com.br/tematicas/clt.htm Acesso em: 02/12/10.
Disponível em: http://www.anvfeb.com.br/ Acesso em: 02/12/10.  
Disponível em: http://www.feb.web.pt/ Acesso em: 02/12/10.  
Disponível em: http://neh.no.sapo.pt/documentos/o_tratado_de_washington.htm Acesso em: 02/12/10. 
Disponível em: http://pt.wikipedia.org/wiki/Departamento_de_Imprensa_e_Propaganda Acesso em: 02/12/10.  
Disponível em: http://educacao.uol.com.br/historia-brasil/ult1702u56.jhtm Acesso em: 02/12/10.  
Disponível em: http://www.sentandoapua.com.br/portal/ Acesso em: 02/12/10.  
Disponível em: http://www.anvfeb.com.br/ Acesso em: 02/12/10.
Disponível em: http://www.revistaformasemeios.jex.com.br/museus/museu+do+expedicionario Acesso em: 02/12/10.
Disponível em: http://educacao.uol.com.br/historia-brasil/brasil-na-segunda-guerra.jhtm Acesso em: 02/12/10.
Disponível em: http://educacao.uol.com.br/historia-brasil/brasil-na-segunda-guerra-monte-castelo.jhtm Acesso em: 02/12/10.
Disponível em: http://educacao.uol.com.br/historia-brasil/brasil-na-segunda-guerra-surge-a-feb.jhtm Acesso em: 02/12/10.
O resultados das pesquisas deverão ser expostos em forma de seminários temáticos. Cada grupo deverá fazer um pequeno resumo de sua pesquisa e distribuir para os colegas em forma de panfletos. Os panfletos poderão ser feitos em papel sulfite e não deverão ocupar mais que uma folha. Cada grupo poderá expor suas observações acerca do tema estudado no tempo máximo de 15 minutos. O professor deverá deixar que seus alunos sintam-se livres para utilizar cartazes, slides ou vídeos. Cabe ressaltar: a exposição de cada grupo deverá ser atentamente apreciada pelos demais colegas. Nesse sentido, cabe ao professor manter o respeito entre colegas exibidores e espectadores.
Finalizadas as exposições sobre os temas, o professor deverá organizar um jornal-mural para agrupar todos os temas pesquisados pela turma.

Imagem 5: exemplo de jornal-mural

Disponível em: http://www.construirnoticias.com.br/asp/materia.asp?id=504   Acesso em: 04/11/10.


Imagem 6: Museu do Expedicionário (Curitiba-Paraná)

Disponível em: http://www.diaadia.pr.gov.br/tvpendrive/arquivos/Image/conteudos/imagens/2historia/2cacafab9.jpg Acesso em: 04/12/10.

Imagem 7: Museu do Expedicionário (Curitiba-Paraná)

Disponível em: http://www.diaadia.pr.gov.br/tvpendrive/arquivos/Image/conteudos/imagens/2historia/2tanque4.jpg Acesso em: 04/12/10.

Imagem 8: Museu do Expedicionário (Curitiba-Paraná)

Disponível em: http://www.diaadia.pr.gov.br/tvpendrive/arquivos/Image/conteudos/imagens/2historia/2canhao3.jpg Acesso em: 04/12/10.

Imagem 9: Museu do Expedicionário (Curitiba-Paraná)

Disponível em: http://www.diaadia.pr.gov.br/tvpendrive/arquivos/Image/conteudos/imagens/2historia/5eqcomun.jpg Acesso em: 04/12/10.

Imagem 10: Museu do Expedicionário (Curitiba-Paraná)

Disponível em: http://www.diaadia.pr.gov.br/tvpendrive/arquivos/Image/conteudos/imagens/2historia/5artfeb1.jpg Acesso em: 04/12/10.

Imagem 11: Museu do Expedicionário (Curitiba-Paraná)

Disponível em: http://www.diaadia.pr.gov.br/tvpendrive/arquivos/Image/conteudos/imagens/2historia/3armas4.jpg Acesso em: 04/12/10.

ATIVIDADE 3
O professor exibirá as imagens acima e com o apoio dos textos abaixo mencionados os alunos formarão grupos de três ou quatro componentes e organizarão um vídeo-clip sobre a participação do Brasil na Segunda Guerra Mundial. Sobre a participação brasileira neste conflito os alunos deverão enfatizar a condição paradoxal da política externa brasileira:  vivia sob um regime autoritário (Estado Novo de Getúlio Vargas) mas se aliou ao exércitos dos países democráticos para combater os exércitos nazifascistas.
Cada imagem deverá ser contextualizada, ou seja, os alunos deverão descrever os objetos exibidos (avião, canhão, tanque, armamentos etc) e explicar seu uso durante a Segunda Guerra Mundial, especialmente identificar as grandes conquistas brasileiras. Os textos selecionados dizem respeito às memórias dos pracinhas brasilieros e servirão para recuperar a memória da participação brasileira na Seguna Guerra Mundial.
Caso a escola não disponibilize laboratório de informática para a produção do vídeo-clipe, os alunos poderão produzir um roteiro de uma peça de teatro e encenar para a turma.  O vídeo-clipe poderá ser editado com o auxílio do movie maker ou do software livre kino.
Sobre o movie maker:
O Windows Movie Maker é um software de edição de vídeos da Microsoft. Atualmente faz parte do conjunto de aplicativos Windows Live, chamado de Windows Live Movie Maker (apenas disponível para Windows Vista e 7).
Disponível para download: http://www.baixaki.com.br/download/windows-live-movie-maker.htm           
Sobre o kino:   
O kino é um programa livre para edição de vídeo não-linear voltado para captura de vídeo via placa IEEE-1394, manipulação básica, reprodução e exportação de arquivos de vídeo e áudio em vários formatos: Raw DV, DV AVI, still frames, WAV, MP3, Ogg Vorbis, MPEG, DivX, entre outros. Considerado um programa estável, a simplicidade deste software é sua principal característica.
Disponível para download: http://www.baixaki.com.br/download/kino.htm       


  • Textos selecionados

Disponível em: http://www.anvfeb.com.br/fatos_e_depoimentos.htm Acesso em: 05/12/10.
Disponível em: http://revistaescola.abril.com.br/historia/fundamentos/como-foi-participacao-brasil-segunda-guerra-mundial-495726.shtml Acesso em: 05/12/10.
Disponível em: http://www.cesjf.br/cesjf/revistas/cesrevista/edicoes/2009/HIST2009_a_cobra_fumou.pdf Acesso em: 05/12/10.
Disponível em: http://memoriasdasegundaguerramundial.blogspot.com/2007/07/histria-da-feb-cartes-do-sabo-eucalol.html  Acesso em: 05/12/10.
Disponível em: http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/diversao-e-arte/2010/11/12/interna_diversao_arte,222841/depoimentos-de-pracinhas-na-2-guerra-desmistificam-atuacao-de-brasileiros.shtml  Acesso em: 05/12/10.

REFERÊNCIAS
ALVES, Vagner Camilo. O Brasil e a Segunda Guerra Mundial: historia de um envolvimento forçado. São Paulo: Loyola, 2002.
BURKE, Peter. A escrita da história: novas perspectivas. UNESP: São Paulo, 2001.
FAUSTO, Bóris. Getulio Vargas : o poder e o sorriso. São Paulo: Companhia das Letras, 2006.
FERRAZ, Francisco C. Brasileiros e a Segunda Guerra Mundial. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2005
FONSECA, Selva Guimarães. Didática e prática de ensino de história: experiências, reflexões e aprendizados. São Paulo: Papirus, 2005.
LE GOFF, Jacques Le Goff. História e memória. São Paulo: UNICAMP, 2000.
OLIVEIRA, Dennison. Os soldados alemães durante a Segunda Guerra Mundial. Curitiba: Juruá Editora, 2008.
TOTA, Antonio P. O Imperialismo Sedutor: a americanização do Brasil na época da Segunda Guerra Mundial. São Paulo: Companhia das Letras, 1999.

Recursos Educacionais
Nome Tipo
A Era Vargas Vídeo
Recursos Complementares
Senta a Pua! Documentário. 112 min, 2000. Direção: Erik de Castro.
No dia 6 de outubro de 1944, os integrantes do 1º Grupo de Aviação de Caça do Brasil desembarcaram no porto de Livorno, na Itália, para participar da 2ª Guerra Mundial, integrando o 350º Fighter Squadron. Faziam parte do grupo 466 pessoas: 49 pilotos e 417 homens de apoio. A saga do 1º Grupo contada por seus próprios pilotos, veteranos do mais importante conflito bélico deste século, cujas ações foram de fundamental relevância para a garantia da vitória aliada na Europa.
Fonte: http://www.adorocinema.com/filmes/senta-a-pua/ Acesso em: 03/12/10.
Brasil e a Segunda Guerra Mundial Programa Scientia da UFPR TV, gravado no Museu do Expedicionário na cidade de Curitiba no Paraná. Exibido em 30/09/2008 com a participação do Prof º Dr º  Dennison de Oliveira do Departamento de História da UFPR falando sobre o Brasil na conjuntura da Segunda Guerra Mundial e seus dois livros sobre o período: "Os soldados alemães de Vargas" e "Os soldados brasileiros de Hitler".
Palavras-chave: Segunda Guerra Mundial, Brasil, Era Vargas, nazifascismo, EUA, Museu do Expedicionário.
Parte I - Disponível em: http://www.diaadia.pr.gov.br/tvpendrive/modules/debaser/singlefile.php?id=16585 Acesso em: 03/12/10.  
Parte II - Disponível em: http://www.diaadia.pr.gov.br/tvpendrive/modules/debaser/singlefile.php?id=16586 Acesso em: 03/12/10.  
Parte III - Disponível em: http://www.diaadia.pr.gov.br/tvpendrive/modules/debaser/singlefile.php?id=16587 Acesso em: 03/12/10.  
Parte IV - Disponível em: http://www.diaadia.pr.gov.br/tvpendrive/modules/debaser/singlefile.php?id=16588 Acesso em: 03/12/10. 
Parte V - Disponível em: http://www.diaadia.pr.gov.br/tvpendrive/modules/debaser/singlefile.php?id=16589 Acesso em: 03/12/10.  
Parte VI - Disponível em: http://www.diaadia.pr.gov.br/tvpendrive/modules/debaser/singlefile.php?id=16590 Acesso em: 03/12/10. 
Avaliação
O professor deverá apresentar e discutir com a turma os critérios de avaliação. Cada conceito deve ser explicitado e aprovado pelo grupo de alunos.
 Para auxiliar na avaliação, sugerimos alguns critérios:    
  1. participação durante as discussões;
  2. comprometimento com o grupo;
  3. argumentação durante o debate;
  4. respeito a opinião dos colegas;    
  5. empenho para concluir as atividades;
  6. domínio do tema

imagem do usuário vanessa maria rodrigues viacava
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Plano de aula: Revolução Russa e o socialismo

Dados da Aula

O que o aluno poderá aprender com esta aula
O contexto da Revolução Russa, as modificações impostas pelo governo Bolchevique após 1917 e estabelecer uma comparação entre a realidade capitalista e socialista.
Duração das atividades
3 aulas de 50 minutos
Conhecimentos prévios trabalhados pelo professor com o aluno
Para essa aula não serão necessários conhecimentos prévios.
Estratégias e recursos da aula

Imagem 1: Desigualdade Social
Disponível em: http://wacandido.blogspot.com/2010/10/desigualdade-social-no-brasil.html Acesso em: 07/12/10.
A desigualdade social representada na imagem acima demonstra a gritante diferença de qualidade de vida experimentada por pobres e ricos. Enquanto pouquíssimos concentram muitos recursos financeiros a grande parte da população brasileira das grandes cidades vive com extrema dificuldade em condições precárias. Nesse sentido, cabe ressaltar que o Brasil possui a terceira pior distribuição de renda do mundo. 

  • O que significa distribuição de renda?

  • Como podemos determinar qualidade de vida?

Com essas provocações, o professor deverá instigar um debate com os alunos. E para fornecer subsídios para tal discussão sugerimos que os alunos leiam os textos abaixo em duplas antes de iniciar o debate sobre desigualdade social e distribuição de renda.
Disponível em: http://outrapolitica.wordpress.com/2010/07/25/brasil-tem-terceira-pior-distribuicao-de-renda-do-mundo/ Acesso em: 12/12/10.
Disponível em: http://www.sfiec.org.br/publicacoes/licoes_prog_desenv_br/desigualdade_social-texto.htm Acesso em: 12/12/10.
Disponível em: http://www.tribunadaimprensa.com.br/?p=10284   Acesso em: 12/12/10.
Disponível em: http://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2010/07/relatorio-diz-que-desigualdade-no-brasil-e-uma-das-maiores-do-mundo.html   Acesso em: 12/12/10.

ATIVIDADE 1
Após a leitura dos textos sugeridos, o professor deverá iniciar o debate com as duas provocações sugeridas anteriormente e encaminhar a discussão para a noção do consumo associado ao sistema capitalista de produção. No Brasil, como na maioria dos países do mundo, as pessoas são classificadas pela sua condição sócio-econômica em função de sua renda. De acordo com a renda, os sujeitos são delimitados em classes sociais.
A noção de classe social se originou concomitantemente ao capitalismo e quanto mais elevada a classe social de um indivíduo, maior seu poder de consumo. 
Mas afinal, como seria viver numa sociedade onde todas as pessoas tivessem a mesma renda e as mesmas condições de acesso a saúde, educação, lazer e cultura?

Após o debate inicial, o professor deverá exibir o documentário sobre as classes sociais.

Classes Sociais
Programa da série ECCE HOMO, que aborda as múltiplas faces do ser humano. Neste episódio, fala sobre as diferentes classes sociais na história, da atual conjuntura da sociedade capitalista, das idéias marxistas, da luta de classes e da revolução comunista. Também aborda o desemprego, a exclusão e os problemas sociais atuais. Palavras-chave: sociedade, organização social, classe social, instituições, relações de poder, desigualdades sociais, luta de classes.
Parte I - Disponível em: http://www.diaadia.pr.gov.br/tvpendrive/modules/debaser/singlefile.php?id=17143 Acesso em: 05/12/10.
Parte II - Disponível em: http://www.diaadia.pr.gov.br/tvpendrive/modules/debaser/singlefile.php?id=17142 Acesso em: 05/12/10.
Para apresentar o resultado dos debates, os alunos poderão organizar um blog para registrar suas conclusões ou elaborar cartazes.

Imagem 2: Blogger
Disponível em: http://www.acessasp.sp.gov.br/cadernos/caderno_05_03_p2.php Acesso em: 07/12/10.
Blogger – como criar?
Tutorial elaborado pela professor Juliana Souza Dias. Disponível em:  http://www.sitedaescola.com/aulas_inovadoras/ju/tutorial%20blog.pdf  Acesso em: 04/09/10.  



Imagem 3: Charge sobre a divisão do mundo entre o capitalismo e o socialismo
Disponível em: http://entremuitaseoutras.blogspot.com/2010/09/capitalismo-vs-socialismo.html Acesso em: 06/12/10.

ATIVIDADE 2

Os alunos formarão grupos de três ou quatro componentes para realizar uma pesquisa sobre o sistema capitalista de produção. A pesquisa deve contemplar os seguintes elementos:
1. definição do conceito pesquisado.
2. contexto histórico: onde ? quando?  por que?
3. principais características e curiosidades sobre o tema.

Para a realização da pesquisa, sugerimos o seguinte procedimento:  

  • Temas a serem pesquisados :
  1. Transição do feudalismo para o capitalismo.
  2. Capitalismo comercial  e o mercantilismo.
  3. Capitalismo industrial. Adam Smith e o Liberalismo econômico.
  4. Crise do capitalismo: o crash da Bolsa de Valores de Nova York.
  5. John Maynard Keynes e o "Welfare State" 

  • Passo a passo:        
  1. Organize as equipes através de sorteio.       
  2. Defina os temas para cada uma das equipes.        
  3. Converse com os alunos e determine coletivamente os objetivos de cada um dos temas a serem pesquisados.   
  4. Se necessário, reserve o laboratório de informática para a pesquisa ou selecione algumas obras adequadas para a pesquisa na biblioteca da escola.   
  5. Sugira sítios para a realização da pesquisa.

  • Sítios sugeridos para a realização da pesquisa:
Disponível em: http://orbita.starmedia.com/achouhp/geografia/capitali.htm Acesso em: 07/12/10.

Disponível em: http://www.ocapitalista.com/2008/03/capitalismo-em-crise.html 
Acesso em: 07/12/10.

Disponível em: http://educacao.uol.com.br/historia/ult1690u13.jhtm Acesso em: 07/12/10.

Disponível em: http://www.suapesquisa.com/capitalismo/ Acesso em: 07/12/10.

Disponível em: http://educacao.uol.com.br/historia/ult1690u12.jhtm Acesso em: 07/12/10.

Disponível em: http://www.infoescola.com/historia/crise-de-1929-grande-depressao/ Acesso em: 07/12/10.

Disponível em: http://www.historianet.com.br/conteudo/default.aspx?codigo=31 Acesso em: 07/12/10.

Disponível em: http://educacao.uol.com.br/biografias/ult1789u337.jhtm Acesso em: 07/12/10.

Disponível em: http://www.historiadomundo.com.br/idade-moderna/liberalismo-economico.htm Acesso em: 07/12/10.

Disponível em: http://www.netsaber.com.br/biografias/ver_biografia_c_554.html Acesso em: 07/12/10.

Disponível em: http://www.economiabr.net/teoria_escolas/teoria_keynesiana.html Acesso em: 07/12/10.

Disponível em: http://educacao.uol.com.br/historia/crise-1929-grande-depressao.jhtm Acesso em: 07/12/10.

Disponível em: http://www.colegioweb.com.br/geografia/a-globalizacao-mundializacao-do-capitalismo.html Acesso em: 07/12/10. 

Disponível em: http://www.historiadomundo.com.br/idade-moderna/transicao-feudalismo-para-capitalismo.htm Acesso em: 07/12/10.
Cada equipe deverá apresentar sua pesquisa em forma de seminário. Cada equipe poderá elaborar cartazes, usar o quadro-negro ou vídeos. Enquanto um grupo apresenta sua pesquisa os colegas deverão tomar nota sobre os assuntos abordado. Cada apresentação não deverá ultrapassar dez minutos. Depois desse momento, as anotações elaboradas durante os seminários serão digitadas para um arquivo digital google docs para a organização de um texto coletivo.
O professor solicitará aos grupos  façam a contribuição de pelo três temas: o pesquisado pelo seu grupo e outros dois observados em seminário.
Como criar textos colaborativos utilizando o Google DocsTutorial elaborado pela professor Juliana Souza Dias.
Disponível em: http://docs.google.com/Doc?id=dcdf798z_12chsmbcdf&hl=pt_BR Acesso em: 03/09/10   

Imagem 4: Revolução Russa
Disponível em: http://historiarussa1.blogspot.com/ Acesso em: 06/12/10.
Para aproximar os alunos dos eventos relacionados a Revolução Russa e ao conceito de socialismo, o professor exibirá os dois vídeos abaixo mencionados.

Revolução Russa: imagens e sons
Palavras-chave: relações de produção, relações de trabalho, relações de poder, relações culturais, comunismo, socialismo, luta revolucionária, solidariedade, capitalismo, burguesia, exploração, URSS.
Disponível em: http://www.diaadia.pr.gov.br/tvpendrive/modules/debaser/singlefile.php?id=9362 Acesso em: 05/12/10.

Imagem 5: Navegantes - socialismo
Disponível em: http://cafehistoria.ning.com/video/video/listTagged?tag=Socialismo Acesso em: 05/12/10.



Disponível em: http://portaldoprofessor.mec.gov.br/fichaTecnica.html?id=9116   Acesso em: 05/12/10.
OBS: Os vídeos poderão ser exibidos com o auxílio da TV Multimídia, também conhecida como TV Pendrive.
Informações sobre a TV Multimídia. Disponível em: http://www.diaadia.pr.gov.br/tvpendrive/modules/conteudo/conteudo.php?conteudo=32 Acesso em: 17/10/10. 

ATIVIDADE 3
Os alunos formarão grupos  de três  ou quatro componentes para realizar uma pesquisa sobre o sistema capitalista de produção. Para aproximar os alunos dos temas mencionados, o professor encaminhará seus alunos para o laboratório de informática para a atividade com infográfico.

Imagem 6: Infográfico sobre a formação e queda da URSS
Infográfico disponível em: http://www.aticaeducacional.com.br/htdocs/Especiais/URSS/index.htm Acesso em 12/12/10.
Com os resultados das atividades propostas no infográfico anotadas nos cadernos de cada estudantes, eles realização uma pesquisa sobre os seguintes assuntos para ampliar seus conhecimentos:

  1. Antecedentes da Revolução Russa - situação econômica, política e social.
  2. Bolcheviques e Mencheviques - principais características desses grupos, como surgiram e como se relacionavam.
  3. Karl Marx e Friedrich Engels - explicar suas principais contribuições para a formulação do socialismo científico.
  4. Lênin e Stálin - convivência e divergências.
  5. Saint Simon e Charles Fourier: o socialismo utópico.
  6. Diferença entre socialismo e comunismo.
  7. Experiências socialistas: Cuba e China

  • Passo a passo:         

  1. Organize as equipes através de sorteio. 
  2. Defina os temas para cada uma das equipes.         
  3. Converse com os alunos e determine coletivamente os objetivos de cada um dos temas a serem pesquisados.    
  4. Se necessário, reserve o laboratório de informática para a pesquisa ou selecione algumas obras adequadas para a pesquisa na biblioteca da escola.   
  5.  Sugira sítios para a realização da pesquisa.

  • Sítios sugeridos para a realização da pesquisa:

Disponível em: http://educacao.uol.com.br/historia/ult1704u80.jhtm Acesso em: 06/12/10.

Disponível em: http://educacao.uol.com.br/historia/ult1690u11.jhtm Acesso em: 06/12/10.

Disponível em: http://educacao.uol.com.br/sociologia/ult4264u44.jhtm Acesso em: 06/12/10.

Disponível em: http://educacao.uol.com.br/biografias/ult1789u486.jhtm Acesso em: 06/12/10.

Disponível em: http://educacao.uol.com.br/biografias/ult1789u149.jhtm Acesso em: 06/12/10.

Disponível em: http://pt.wikipedia.org/wiki/Socialismo_ut%C3%B3pico Acesso em: 06/12/10.

Disponível em: http://www.mundoeducacao.com.br/historiageral/revolucao-russagoverno-stalin.htm Acesso em: 06/12/10.

Disponível em: http://www.brasilescola.com/sociologia/conceitos-marxismo.htm Acesso em: 06/12/10.

Disponível em: http://historiarussa1.blogspot.com/ Acesso em: 06/12/10.

Disponível em: http://pt.wikipedia.org/wiki/Rep%C3%BAblica_Popular_da_China Acesso em: 06/12/10.

  • Os resultados das pequisas deverão ser expostos em forma de jornal-mural.

Imagem 7: exemplo de jornal-mural
Disponível em: http://www.construirnoticias.com.br/asp/materia.asp?id=504 Acesso em: 04/11/10.  




Vivemos numa sociedade que valoriza as pessoas pelos bens que adquirem. na realidade do capitalismo, possuir determinados bens é uma demonstração de sucesso, na medida que numa sociedade de classes desiguais, nem todos podem tê-los. Diante do aumento populacional e uma conduta consumista voltada ao desperdício, o meio ambiente sofre a consequência imediata, que está associada ao esgotamento de recursos não renováveis.
Os alunos deverão organizar uma feira da cidadania para promover o consumo sustentável. Para organizar o evento, o professor de História poderá pedir a colaboração dos professores de Geografia e Sociologia e Biologia.
Caso a escola possua laboratório de informática, os alunos poderão utilizar esse espaço para solicitar que os convidados respondam o questionário abaixo e utilizem os simuladores sobre o consumismo. Os professores poderão solicitar a presença dos pais dos alunos e da comunidade em geral. Por fim, sugerimos que os alunos tirarem fotos e/ou filmem o evento para a posterior publicação dos resultados dessa experiência num Blog.
Blogger – como criar?
Tutorial elaborado pela professor Juliana Souza Dias.
Disponível em: http://www.sitedaescola.com/aulas_inovadoras/ju/tutorial%20blog.pdf  Acesso em: 04/09/10   

Teste seus hábitos de consumo:
  1. Evito deixar lâmpadas acesas em ambientes desocupados.  A) Sempre B) Às vezes  C) Raramente ou D) nunca
  2. Fecho a torneira enquanto escovo os dentes.  A) Sempre  B) Às vezes  C) Raramente ou D) nunca 
  3. Desligo aparelhos eletrônicos quando não estou usando. A) Sempre B) Às vezes C)Raramente ou D) nunca
  4. Costumo planejar as compras de alimentos. A) Sempre  B) Às vezes  C) Raramente ou D) nunca
  5. Costumo pedir nota fiscal quando faço compras. A) Sempre B) Às vezes  C)Raramente ou D) nunca.
  6. Costumo planejar compra de roupas. A) Sempre  B) Às vezes  C) Raramente ou D) nunca.
  7. Costumo utilizar o verso de folhas de papel já utilizadas . A) Sempre  B)Às vezes   C)Raramente ou D) nunca
  8. Costumo ler o rótulo atentamente antes de decidir uma compra. A) Sempre  B)Às vezes   C)Raramente ou D) nunca
  9. A família separa o lixo para reciclagem (lata, papel, vidro, PET, garrafas). A) Sempre  B)Às vezes   C)Raramente ou D) nunca
  10.  Espero os alimentos esfriarem antes de guardar na geladeira. A) Sempre  B)Às vezes   C)Raramente ou D) nunca
  11. Comprei produtos feitos com material reciclado nos últimos 6 meses. A) Sim  B) Não  C) Não sei
  12. Comprei produtos orgânicos nos últimos 6 meses (por exemplo: alimentos sem agrotóxicos, carne sem hormônios ou antibióticos).  A) Sim  B) Não  C) Não sei
  13. Procuro passar ao maior número possível de pessoas as informações que aprendo sobre empresas e produtos.  A) Sim  B) Não C) Não sei

Armadilhas de Supermercado
Disponível em: http://www.proteste.org.br/interactive/flash/2007/setembro/supermarket.swf Acesso em: 05/12/10.

Boas Práticas Ambientais
Disponível em: http://internet.boticario.com.br/Internet/staticFiles/Fundacao/EMKT_diversos/animacao_dia_meio_ambiente/boticario.htm Acesso em: 05/12/10.
Pro teste jovem - Consumo Sustentável

Disponível em: http://www.proteste.org.br/interactive/flash/pt_jovem/index_intro.htm   Acesso em: 05/12/10.

REFERÊNCIAS

ENGELS, Friedrich. Do Socialismo utópico ao socialismo científico. São Paulo: Sundermann, 2001.
HOBSBAWM, Eric J. A Era dos extremos: O breve século XX. São Paulo: Companhia das Letras, 2008.
SADER, Emir. Cuba: Um Socialismo em Construçao,  Petrópolis: Vozes, 2001.
TEMAS ATUAIS: Consumismo. Disponível em: http://www.diaadia.pr.gov.br/temasatuais/modules/conteudo/conteudo.php?conteudo=178 Acesso em: 06/12/10.
Recursos Educacionais
Nome Tipo
Navegantes: idéias do século XIX - socialismo Vídeo
Recursos Complementares
Revolução
Programa da série ECCE HOMO que aborda as múltiplas faces do ser humano. Neste episódio, analisa os conceitos de revolução e suas características no decorrer da história.
Palavras chave: revolução, sociedade, liberdade, poder, Estado, política, cultura.
Parte I - Disponível em: http://www.diaadia.pr.gov.br/tvpendrive/modules/debaser/singlefile.php?id=17140 Acesso em: 05/12/10.
Parte II - Disponível em: http://www.diaadia.pr.gov.br/tvpendrive/modules/debaser/singlefile.php?id=17139 Acesso em: 05/12/10.
Avaliação
O professor deverá apresentar e discutir com a turma os critérios de avaliação. Cada conceito deve ser explicitado e aprovado pelo grupo de alunos.
Para auxiliar na avaliação, sugerimos alguns critérios:   
  1. participação durante as discussões;
  2. comprometimento com o grupo;   
  3. respeito a opinião dos colegas;      
  4. empenho para concluir as atividades;     
  5. domínio do tema. 
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