CANCIÓN POR LA UNIDADE DE LATINO AMÉRICA. PABLO MILANÊS E CHICO BUARQUE

E quem garante que a História
É carroça abandonada
Numa beira de estrada
Ou numa estação inglória

A História é um carro alegre
Cheio de um povo contente
Que atropela indiferente
Todo aquele que a negue

É um trem riscando trilhos
Abrindo novos espaços
Acenando muitos braços
Balançando nossos filhos


sábado, 5 de março de 2011

Expancionismo napoleônico

Ao se industrializar e projetar-se economicamente, a França passou a representar uma séria ameaça para a Inglaterra, que naquela época era a maior potência industrial do mundo.
A rivalidade entre as duas nações também era alimentada pela política militarista do Império francês, cujo o principal objetivo era a conquistar de novos mercados Europeus.
Para enfrentar a França de Napoleão, a Inglaterra coligou-se à Áustria e à Prússia, países governados por monarquias absolutistas que desejava impedir o avanço dos ideais da Revolução Francesa em seus territórios.
Nesse contexto, em outubro de 1805, Napoleão tentou medir forças com os ingleses no mar, mas a frota francesa foi destroçada pela esquadra do almirante Nelson na Batalha de Trafalgar.
Em compensação, um mês e meio depois, no continente, o exército napoleônico venceu a Áustria na Batalha de Austerlitz e, no ano seguinte, dobrou a Prússia vencendo a Batalha de Lena.
Em seguida Bonaparte decretou o Bloqueio Continental, pelo qual todos os países do continente europeu ficavam proibidos de negociar com a Inglaterra e de receber navios ingleses em seu portos. por esse bloqueio, os franceses esperavam provocar a falência da indústria e do comércio da Inglaterra.
No ano de 1807, o imperador francês obteve outro sucesso militar e diplomático: depois de perseguir e derrotar os russos em território polonês, obrigou o Czar Alexandre I a assinar o Tratado de Tilsit.
Por esse acordo, a Rússia comprometia-se a respeitar o bloqueio econômico imposto à Inglaterra e reconhecia a hegemonia francesa na Europa.
Em quanto isso, em Portugal, o governo do príncipe D. João fazia um jogo dúbio: Oficialmente não opunha ao Bloqueio Continental, mas às escondidas, continuava a permitir a entrada de mercadorias inglesas em seus portos.
Ao saber que o pequeno e empobrecido reino de Portugal continuava com a Inglaterra, Napoleão ordenou que invadissem. Diante disso, a corte portuguesa mudou-se para o Brasil.
Ao receber D. João e sua comitiva em 1808, o Rio de Janeiro passou a ser a sede do governo português. Isso criou as condições para o início do processo de independência do Brasil

quinta-feira, 3 de março de 2011

Declínio e o fim do Império napoleônico

General Kutuzov durante a batalha de Borodino
Embora continuasse alargando suas fronteiras até o ano de 1812, o império napoleônico enfrentava sérios problemas para manter as regiões conquistadas.
Na Espanha por exemplo, a população nunca aceitou o fatos de Napoleão ter tomado o trono da Espanhol à força para entrega-lo ao seu irmão mais velho, José Bonaparte, em 1808. Os espanhóis reagiram combatendo os invasores franceses como podiam: Por meios de guerrilhas. Essa reação popular foi intensa que Napoleão viu-se obrigado a devolver o trono espanhol à família real.
Outro fato que contribuiu para o declínio do império napoleônico foi que o bloqueio continental não surtiu efeito desejado. Enquanto os ingleses mantinham as vendas dos seus produtos para Europa por meios de contrabando, os países da Europa Continental - nações predominante agrária -, ao contrário, acumulavam em seus armazéns grandes estoques de gêneros primários que antes eram vendidos para a Inglaterra. A Rússia, por exemplo, vinha tendo enormes prejuízos por está proibida de vender seus estoques de trigo e madeira para os ingleses, por essa razão, quebrou o compromisso com a França e voltou a negociar com a Inglaterra.
Napoleão respondeu a essa desobediência invadindo a Rússia em 1812, com 600 mil soldados e 180 mil cavalos.
Inicialmente o poderoso exército francês pela imensidão do território russo no encalço de seus adversários, julgando que os venceria com facilidade. Os russos evitaram o corpo a corpo e usaram a tática da "terra arrasada". Ou seja, à medida que se retiravam destruíam as lavouras e tudo aquilo que pudesse ser útil aos invasores.
Finalmente, em setembro daquele mesmo ano,depois de vencer a Batalha de Borodino, Napoleão chegou a capital, Moscou. Para a sua surpresa, a cidade queimava numa imensa fogueira causada pelos próprios moscovistas. Mesmo assim, permaneceu ali por mais um mês, esperando que os russos se rendessem. Esperou em vão.
Com o rigoroso inverno do norte da Europa, Napoleão ordenou a retirada das suas tropas e, no longo caminho de volta, mais de 5000 mil soldados franceses morreram de frio, fome ou vitimados por ataques russos.
Esse grande fracasso militar contribuiu para quebrar o mito de invencibilidade de Napoleão. poucos meses depois, seus tradicionais adversários, Inglaterra, Áustria, Rússia e Prússia, aliaram-se novamente para combate-lo.
Em 1813, nas proximidades da cidade alemâ de Leipzig, os exércitos aliados praticamente aniquilaram as forças napoleônicas. No ano seguinte, invadiram a França e ocuparam Paris, sua capital.
Diante disso, Napoleão foi forçado a abdicar. Como consolo, ganhou o direito de governar a ilha de Elba, no mar Mediterrâneo, e de ter mil soldados sob suas ordens.

O governo dos cem anos
 
Com a queda de Napoleão, a monarquia foi restaurada e o trono francês foi ocupado por Luís XVIII, irmão de Luís XI, que fora guilhotinado pela Revolução.
No início de 1815, aproveitando-se da enorme impopularidade do novo rei, Napoleão fugiu de Elba, acompanhado de oitocentos homens, e desembarcou na França, onde foi recebido como herói. Enquanto avançava em direção a Paris, obteve, inclusive, o apoio das tropas reais que tinham sido envolvidas para prende-lo. diante disso, Luís XVIII abandonou o trono e fugiu do país.
Entrando triunfalmente na capital francesa, Napoleão assumiu o governo imediatamente. Dessa vez, entretanto, permaneceu no poder por pouco mais de três meses. Por isso, essa nova fase do seu governo é conhecida como o Governo dos Cem Dias.
Ao saberem da volta do ex-imperador, os países aliados reuniram mais de 1 milhão de soldados sob o comando do duque de Wellington e derrotaram definitivamente os franceses na Batalha de Waterloo, travada na Bélgica, em 18 de julho de 1815. Aprisionado, Napoleão foi mandado para Santa Helena, uma Ilha minúscula localizada no Atlântico, onde permeneceu até a morte, em 1821.

sábado, 26 de fevereiro de 2011

A diversidade cultural e o direito de igualdade

Apesar de vivermos num país democrático, a diversidade cultural que é construída desde os tempos da colonização, nos torna uma sociedade preconceituosa, detonadora de todos os ideais de igualdade.
A causa desta discriminação desacertada, é apontada pela forte ligação etnocêntrica do meio que cada indivíduo é criado, formando assim, grupos distintos, que detém os conceitos, que envolve o comportamento humano.
A ideia de que só existe uma forma sistemática para cumprir as normas de conduta social é apenas um disfarce para discriminar certos grupos, apenas pela sua questão religiosa, financeira, raça ou cor da pele, modo estético, gosto pelo mesmo gênero, etc..
Diante desta situação discriminatória, esse comportamento etnocêntrico, tem acarretado problemas que em muitas vezes se tornam irreversíveis. É o caso do genocídio causado pelos portugueses aos aborígenes brasileiros, durante o período de colonização do Brasil, ou como os ataques homofóbicos nos dias atuais, que em muitos casos acabam na morte da vítima.
Ao julgar certa forma de conduta, mesmo que o julgamento tenha como objetivo boas intenções, é importante que a pessoa que cria o julgamento reflita sobre as sua opinião diante de cada caso específico, pois cada indivíduo tem a sua cultura, sua religião, seu modo de pensar, agir e ver o mundo de uma forma diferente. Se refletirmos, entendermos estes disfarces e respeitarmos o modo de ação de cada indivíduo, será possível viver numa nação conjunta, que defende os mesmos ideais.

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Congresso de Viena

Depois de vencerem Napoleão, as grandes potências europeias realizaram em Viena um congresso com o propósito de reformular o mapa político europeu, procurando tirar, cada um para si, o máximo proveito do desmoronamento Napoleônico.
Os principais responsáveis pelas decisões tomadas nesse congresso foram: Metternich, da Áustria; Castlereagh, da Inglaterra; Alexandre I, da Rússia; Humboldt, da Prússia; e talleyrand, da França.
O prícipe austríaco Metternich a figura de maior destaque do encontro, defendia, por exemplo, a imediata restauração do absolutismo e a repartição dos territórios conquistados por Napoleão.
Com base nessas ideias, realizou-se uma nova divisão do mapa europeu. Tal divisão, como era de se esperar, beneficiou os novos senhores da Europa, especialmente a Áustria e a Inglaterra, não levando em consideraçãos os interesses nacionais das regiões divididas.
Os estados italianos, por exemplo, permaneceram divididos, alguns deles sobre o domínio austríaco. Os numerosos estados alemães, associados na Confederação Germânica, ficaram subordinados à Áustria e a Prússia.
Outra decisão fundamental do Congresso de Viana foi a adoção do Princípio da Legitimidade, defendido por Talleyrand com o objetivo de evitar que a França fosse punida e ocupada pelos vencedores.
Pelo Princípio da Legitimidade, cada país europeu deveria ser governado pela mesma dinastia que ocupava o trono antes de 1789 e recuperar os mesmos domínios que possuía na época. Com base nesses princípios Luís XVIII voltou a governar a França.
Consciente de que não era possível restaurar a antiga ordem por meios pacíficos, o Czar Alexandre I da Rússia propôs a formação da Santa Aliança.
Essa organização nasceu em setembro de 1815, quando os monarcas da Áustria, Rússia e Prússia assinaram umpacto comprometendo-se com a defesa mútua.
Em nome da "paz da caridade e da justiça", os exércitos da Santa Aliança julgavam-se com o direito de intervir em todo e qualquer país onde estivessem ocorrendo movimentos de caráter liberal e nacional.
A Santa Aliança tinha, por exemplo, o firme propósito de impedir a independência dos países da América latina.

Mediação da Aprendizagem

A Mediação da aprendizagem é uma ferramenta importante em todo contexto cujo objetivo essencial seja a ação de ensinar e de aprender.

A complexidade do processo de ensino e de aprendizagem exige metodologias eficazes que auxiliem o mediador a exercer a sua função principal que consiste em mediar habilidades e competências.

Transmitir conhecimentos e ensinar procedimentos não são suficientes para assegurar que o aprendiz torne-se um indivíduo autônomo, capaz de transcender e re-utilizar aprendizagens em diferentes contextos.

O mundo atual exige indivíduos capazes de recriar suas aprendizagens e de se adaptar às constantes mudanças. Por conseqüência, as instituições de ensino precisam renovar sua forma de compreender e de atuar diante desta nova realidade.

A formação na Mediação da aprendizagem, cujos princípios são derivados da Teoria da Experiência da Aprendizagem Mediada de Reuven Feuerstein, tem por objetivo:
  • Desenvolver a consciência da importância do papel do mediador na promoção das habilidades cognitivas, afetivas e sociais inerentes aos processos de pensamento e de aprendizagem
  • Apresentar e discutir os critérios necessários a mediação efetiva em vários âmbitos de interação: professor/aluno, terapeuta/paciente, gerente/subordinado, etc.
  • Instrumentar os profissionais para melhorar a sua atuação como mediadores nos contextos acadêmico, empresarial, reabilitativo, social e familiar.
O programa do curso de formação é composto de uma análise profunda dos seguintes aspectos:
  • Análise dos fatores relevantes que afetam a qualidade e a efetividade do processo de aprendizagem – Paradigma Holístico da Aprendizagem
  • A centralidade do papel exercido pelo mediador e suas implicações práticas no seu ambiente e na interação educativa ou reabilitativa
  • O desenvolvimento do pensamento e das habilidades de aprendizagem
  • Os critérios de Mediação de Feuerstein e suas implicações práticas em situações de aprendizagem
  • Análise de extratos de filmes
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

Sites e Blogs